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Saiba qual a diferença entre medo e fobia

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09:52:23 - 08/12/2023

Saiba qual a diferença entre medo e fobia

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Qual a diferença entre medo e fobia? Quais são os tipos de fobias? Todos nós sentimos medo, mas em alguns momentos o medo pode ser excessivo e, por vezes, até irracional. Quem não conhece alguém que tem medo de coisas que parecem “bobas” ou pequenas?

O medo em si é uma reação natural do nosso organismo e acontece em qualquer animal, não só nos humanos, principalmente quando nos sentimos ameaçados.

Esse medo natural aparece como uma reação necessária para nossa sobrevivência: se eu ver algum objeto, mesmo que de soslaio, que me pareça algo perigoso, como uma cobra, uma silhueta estranha dentro de casa, ou mesmo um som alto, a reação fisiológica do medo acontece.

Nosso corpo libera adrenalina e logo as reações corporais aparecem, o coração bate mais rápido e o corpo todo se prepara para lutar ou fugir. Ainda que seja um susto breve, todo esse processo acontece no nosso corpo e, mesmo que eu já saiba que não é um perigo real, ainda leva um tempo até que o corpo volte a um estado mais tranquilo novamente, pois é uma descarga intensa.

E que bom que ela acontece, afinal, se houver de fato um perigo, estaremos preparados para lutar ou fugir.

No entanto, existem alguns medos um tanto curiosos e específicos aos quais damos o nome de fobias. Você certamente já ouviu falar sobre o medo de palhaços ou o medo de ver sangue.

O que são fobias?


É importante dizer que as fobias são os medos irracionais e excessivos de algumas coisas ou situações específicas. Ou seja, podem ter pessoas com medo de aranhas e não necessariamente terem uma aracnofobia (fobia de aranhas).

Não é à toa que a indústria cinematográfica utiliza tanto desses medos para os filmes de terror, não é mesmo?

As fobias específicas fazem parte do grupo de transtornos de ansiedade e as pessoas com fobia específica geralmente compreendem que o medo que sentem é irracional e exacerbado.

Algumas das fobias específicas são bastante conhecidas, como a claustrofobia (medo intenso de estar em locais fechados), a agorafobia (medo intenso de ficar em locais ou situações em que não tenha rotas de fuga ou possa não ter ajuda) e a já mencionada aracnofobia.

Mas existem algumas outras fobias relativamente comuns, mas que seus nomes talvez não sejam tão conhecidos.

Confira tipos de fobias:


Coulrofobia


É o nome da fobia de palhaços, bastante comum e não é à toa que é tema de muitos filmes de terror.

Aerofobia


Medo intenso de voar, também é bastante comum. Em geral, impede as pessoas de terem algumas experiências por evitar fazer viagens aéreas, por exemplo.

Hemofobia


Medo intenso de sangue. É comum que as pessoas com hemofobia tenham, inclusive, reações extremas como desmaio ao ver sangue.

Acrofobia


Medo de altura e locais altos, mesmo que haja proteção.

Ofidiofobia


Medo intenso de cobras ou serpentes.

Talassofobia


Medo intenso de ambientes como lagos e mares, principalmente locais de muita profundidade.

Nictofobia


Medo intenso do escuro, bastante comum em crianças, mas pode se estender à vida adulta.

Astrafobia


Medo intenso de relâmpagos e trovões.

Tripofobia


Medo intenso e repulsa de buracos e objetos com superfície irregular/esburacada, como favo de mel.

Demofobia


Medo intenso de estar em multidões.

Brontofobia


Medo intenso de tempestades.

Mas então qual a diferença entre medo e fobia? É importante reforçar que uma pessoa com fobia específica sente as reações de medo intenso mesmo sem ter contato com o objeto fóbico, apenas pensar ou ver imagens pode despertar a reação de medo intensa.

Por mais que seja curioso, é um problema sério e complicado para quem vivencia. Nem sempre é compreendido pelas demais pessoas e, por isso, é tão importante que essas pessoas possam buscar e tenham ajuda profissional para lidar com esses medos tão intensos.

Uma forma conhecida de tratamento é a dessensibilização, no entanto, não é nem um pouco indicado que ela seja feita sem acompanhamento de um profissional, por ter um risco de piorar a situação e deixar a pessoa sem suporte necessário.

Se puder, faça terapia!
Psicóloga Ana Carolina Schmidt

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