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Joinville ganha primeira “Sala da Raiva” para quem quer aliviar o estresse quebrando objetos

Espaço foi criado para quem deseja extravasar emoções de forma controlada e segura

Por: Rafael Moreira - Repórter

15:20:00 - 07/05/2026

Joinville ganha primeira “Sala da Raiva” para quem quer aliviar o estresse quebrando objetos

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Quebrar televisões antigas, caixas de som, leitores de CD e até louças pode parecer cena de filme, mas virou uma alternativa para aliviar o estresse em Joinville. A cidade recebe neste sábado, 9, no bairro Fátima, a primeira “Sala da Raiva” ou "rage room" da região, um espaço criado para quem deseja extravasar emoções de forma controlada e segura.

A proposta funciona de maneira simples: os participantes pagam para destruir objetos em um ambiente preparado especialmente para isso. Entre os itens disponíveis estão aparelhos eletrônicos obsoletos, garrafas, louças e outros materiais destinados exclusivamente para a atividade.

A idade mínima para participar é de 14 anos, desde que acompanhado por um responsável. Também é obrigatório o uso de sapato fechado, calça sem rasgos, manga longa e cabelo preso.

Arquivo Pessoal/Divulgação

A ideia surgiu após uma experiência pessoal da empresária Bianca Lazzaris, que conheceu o conceito fora de Santa Catarina e decidiu trazer o modelo para Joinville depois de perceber que não havia nada parecido no estado.

“Eu fui em uma sala da raiva em 2024, em São Paulo, com duas amigas. Não me lembro qual de nós sugeriu, mas foi um dia divertidíssimo. A gente estraçalhou uma tv, colocou tudo para fora e saímos de lá mais leves. A ideia desse negócio ficou guardado na minha cabeça e eu cheguei a procurar lugares aqui em Santa Catarina para extravasar a minha raiva, frustração e angústia, mas não encontrei”, contou Bianca Lazzaris.

Segundo ela, a decisão de transformar a ideia em negócio aconteceu meses depois, já ao lado do sócio José Reche. “No fim de 2025 conversamos sobre o negócio e ele foi muito encorajador. A gente aplicou vários métodos que aprendemos nesse meio e decidiu tirar a ideia do papel”, completou.

Nas redes sociais, a dupla conta como foi todo o processo criativo “Sala da Raiva”, desde encontrar o local ideal para fazer o empreendimento, até conseguir os objetos que serão destruídos pelos clientes. 

Como funciona a Sala da Raiva

Conhecidas mundialmente comorage rooms, as salas da raiva surgiram no Japão e ganharam espaço em diversos países como alternativa para aliviar tensões do cotidiano.

Antes de entrar na sala, os participantes recebem orientações de segurança e precisam utilizar equipamentos obrigatórios, como capacete, luvas, máscaras e óculos de proteção.

O espaço também passa por um rígido processo de preparação. Todos os objetos utilizados são selecionados previamente para evitar riscos, com retirada de peças que possam explodir, vazar ou causar acidentes.

Além disso, as sessões possuem tempo controlado e limite de participantes conforme o pacote escolhido.

Valores e pacotes

O público poderá escolher entre diferentes experiências:

  • Individual – R$ 89
    Inclui um item médio e três garrafas para 30 minutos de sessão. A proposta é uma experiência rápida e intensa.
  • Dupla – R$ 149
    Inclui um item médio, seis garrafas e equipamentos de segurança para 30 minutos. A opção é indicada para casais ou amigos.
  • Trio – R$ 239
    Conta com um item grande e seis garrafas durante 30 minutos de sessão, oferecendo maior volume de objetos para destruição.
  • Grupos de 4 a 6 pessoas
    Os valores são personalizados conforme o tamanho do grupo e o objetivo da experiência. A sessão dura uma hora.

Foto de capa: Divulgação

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