#coluna
Meus três amores
O ensaio mais lindo de como seria minha maternidade.
Por: Renata Seliprim
08:00:00 - 27/04/2026
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João nasceu quando eu tinha 19 anos.
E eu sempre digo: ele foi meu amor número 1.
Antes mesmo de ser mãe, eu já tinha sido atravessada por aquele amor que a gente nem sabe explicar direito. Foi ele quem, sem querer, começou a me ensinar o que eu sentiria anos depois, quando o Téo chegasse.João foi o meu ensaio mais bonito. Depois veio o Lorenzo.
Chegou mais quieto, mais na dele… mas com um coração enorme. Sempre com aquele jeitinho de quem observa tudo e, de alguma forma, se sente responsável por manter os irmãos bem. Não é à toa que foi o primeiro a casar — como se, desde cedo, já entendesse o peso e a beleza de cuidar de alguém. E então veio o Renato.
O caçula. O que carrega meu nome e o do meu pai.
Um foguete. Nunca foi de ficar quieto um segundo. A carinha de sapeca sempre denunciou — e sempre encantou todo mundo.
Três guris completamente diferentes.
Três histórias que eu vi de perto.
Três pedaços da minha vida. Hoje, eles são três homens feitos.
E talvez uma das coisas mais bonitas disso tudo seja perceber que, no meio do caminho, a relação mudou. Eu continuo sendo tia…mas virei também amiga. Sou aquela que escuta confidências, que guarda segredos, que acolhe desabafos.
E, quer saber? Não tem presente maior do que esse. Olho pra eles e sinto um orgulho que nem cabe.E mais do que isso: uma gratidão silenciosa. Porque, de algum jeito, esses três também ajudaram a me construir.
Me ensinaram sobre amor, sobre tempo… e sobre a sorte de ter gente que cresce junto com a gente.
E hoje, vendo quem eles se tornaram — e o exemplo que são pro Téo — eu só penso: que privilégio é amar alguém desde o começo…e poder continuar escolhendo amar, todos os dias. Nós, até o fim…
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