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Catarinense de 20 anos se torna a bilionária mais jovem do mundo, segundo a Forbes

Levantamento foi publicado nesta terça-feira pela Forbes

Por: Redação Ponto Norte

14:37:00 - 10/03/2026

Catarinense de 20 anos se torna a bilionária mais jovem do mundo, segundo a Forbes

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A catarinense Amélie Voigt Trejes, de 20 anos, herdeira da WEG, tornou-se a bilionária mais jovem do mundo, segundo levantamento publicado nesta terça-feira, 10, pela Forbes. Seu patrimônio líquido está estimado em US$ 1,1 bilhão.

A WEG, multinacional brasileira fundada em 1961 em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, começou como fabricante de motores elétricos e, ao longo das décadas, expandiu sua atuação para fornecer sistemas elétricos industriais completos. Atualmente, a empresa possui filiais em 41 países e mantém um modelo acionário familiar, beneficiando diretamente os herdeiros dos três fundadores já falecidos.

Reservada e distante dos holofotes do mercado financeiro, a jovem divide o patrimônio com os irmãos gêmeos Felipe Voigt Trejes e Pedro Voigt Trejes, ambos de 23 anos. Juntos, os três herdaram parte das ações da mãe, Cladis Voigt Trejes, tornando-se acionistas relevantes da companhia.

Segundo dados divulgados em rankings internacionais de riqueza, Amélie detém cerca de 2% das ações da WEG, participação que sustenta sua presença entre os bilionários globais.

Mais jovem a construir sua própria fortuna

Além de Amélie, outra brasileira se destaca por ser a mais jovem a construir sua própria fortuna: aos 29 anos, a ex-bailarina da Escola de Teatro Bolshoi, de Joinville, Luana Lopes Lara é a bilionária self-made (termo usado para quem constrói a própria fortuna) mais jovem do mundo, segundo a Forbes. Ela é cofundadora da Kalshi, plataforma que transforma previsões sobre acontecimentos futuros em ativos negociáveis.

Formada em Ciência da Computação pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), Luana é uma das sócias da Kalshi, empresa que permite apostar em eventos futuros, como eleições, jogos esportivos e acontecimentos da cultura pop. A startup foi fundada há seis anos junto com Tarek Mansour, também ex-aluno do MIT.

Vale destacar que, tanto para Amélie quanto para Luana, o título de bilionárias se refere à participação acionária que elas possuem em suas respectivas empresas e não significa que tenham todo esse valor disponível em dinheiro. Para transformar esse patrimônio em liquidez, seria necessário um “evento de liquidez”, como a venda das ações das catarinenses, a aquisição da empresa ou a abertura de capital (IPO).

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