#coluna
O tempo muda, e a gente também
Foi-se o tempo em que correr era sinônimo de produtividade
Por: Renata Seliprim
09:00:00 - 23/02/2026
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Tem um momento da vida em que a gente percebe…
não precisa mais correr por tudo.
E não! Não é cansaço.
Nem é desistência.
É consciência.
Outro dia me peguei pensando que já não tenho o mesmo fôlego de antes, pelo menos não para o que não faz sentido. E quer saber? Que alívio bonito é esse de escolher melhor onde gastar a própria energia.
Por muito tempo, a gente aprende que crescer é acelerar.
Produzir mais.
Dar conta de tudo.
Não parar.
Mas quase ninguém avisa que amadurecer, às vezes, é justamente o contrário.
É entender que nem toda pressa é progresso.
Que nem todo silêncio é vazio.
E que algumas pausas… salvam.
Hoje, eu respeito mais o meu ritmo.
O do meu corpo.
O do meu coração.
O da vida real, que não é uma corrida de 100 metros, mas uma travessia longa, cheia de marés.
Desacelerar não me diminuiu.
Me afinou.
Aprendi a dizer mais “depois eu vejo”.
Mais “isso não é pra mim”.
Mais “hoje eu não quero”.
E olha, vou te contar…
que liberdade bonita mora aí.
Sabe por quê?
Porque nem toda pausa é fracasso.
Às vezes — quase sempre — é maturidade chegando mansa, pedindo só uma coisa:
Respira.
Você não precisa mais provar nada pra ninguém.
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